“- Boa noite.
- Pra você também.
- Você tem muito que aprender ainda.
- Do que você tá falando?
- Nada. Esquece.
- Agora fala.
- Não vale a pena.
- Então tá.
- Tá vendo…
- Vendo o quê?
- É isso que me irrita!
- Não tô te entendendo.
- Ninguém entende.
- Então me explica.
- É que você não entende as entrelinhas. Você não percebe quando a pessoa tá te dando brechas. Você é muito idiota pra isso.
- Continuo sem entender.
- Meu Deus! Como você é idiota, ou se faz.
- Vai me explicar ou me agredir?
- É que quando eu te desejo boa noite, eu quero que você me peça pra ficar, que me pergunte “mas já?”… Sei lá, que fale qualquer coisa que dê a entender que sou importante pra você, que dê a entender que falar comigo é uma coisa boa.
- Agora entendo.
- Bem… É isso… Boa noite.
- Mas já?”
Querido John.
sábado jun. 8 @ 03:00pmEu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico. - Tio Bob M.
quarta-feira jun. 5 @ 01:34pm







